Maus

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Depois de uma madruga lendo sem parar, no domingo de manhã terminei de ler Maus, de Art Spiegelman. Muito bom, sem dúvidas, merece os elogios que teve. Passarei aqui minha impressão.

A primeira coisa que, eu acredito, devemos definir, é a questão de ser uma obra em quadrinhos com personagens antropomórficos contando a história de judeus, mais precisamente o pai do autor, antes e durante a segunda guerra mundial.

Explico a questão. Por que fazer tal obra em quadrinhos? Por que não um filme, um livro? Por que usar a distância para com a realidade que uma obra em quadrinhos traz?

Acho que o que acaba sendo mais humano e comovente na obra é a relação de Artie com seu pai. Na história Art visita o pai sempre em busca de histórias sobre a segunda guerra, de modo a poder concluir a obra que está planejando. E temos impressão de que as visitas se resumem a isso. Artie parece não dar a atenção que seu pai pede, sendo ela exagerada, ou necessária.

E é ai que temos a resposta do por quê da obra ser em quadrinhos. Este fator faz com que percebamos a necessidade do autor se expressar em relação a sua relação com o pai, e com sua mãe, já falecida na história.

Uma bela obra. Deveria ter lido antes.

Sonic Unleashed

Comecemos então com um jogo. Foi anunciado “Sonic Unleashed” para os consoles desta geração, ou seja, Ps3, xbox 360 e Wii.

Eu sou um típico “gamer” mediano brasileiro. O que quer dizer que minha infância foi bastante influenciada pela Sega, afinal, era ela quem mandava aqui na década de 90. Logo, nada mais justo que minha simpatia esteja pendente para o ouriço-terrestre azul.

Mas o fato é que os jogos nas gerações 3D do sonic deixaram a desejar. Acho que foi o personagem que mais sofreu nesta passagem gráfica. Notem que Mario não sofreu. O personagem Mario já estava mais propenso a participar de jogos dos mais diferentes tipos de jogabilidade, desde o tradicional Sidescroll, que o consagrou, a puzzle, golf, kart… etc. Ele se adapta facilmente, logo, não sofreu tanto a mudança radical do 2D para o 3D.

Já o Sonic foi criado para mostrar o Mega Drive e ser o novo mascote. Seu jogo , obviamente, pedia velocidade. Velocidade essa que foi perdida na passagem para o 3D. Não é que ele ficou “lerdo”. Foi o estilo do jogo que foi perdido. Talvez se a Sega tivesse quebrado o tabu de “agora tem que ser tudo 3D”, e seguido um pouco os passos da Konami com Castlevania (ignore as versões pro Nintendo 64), o ouriço teria tido mais sorte.

Bom! Mas voltemos ao lançamento! O fato é que este novo jogo tem uma promessa. De resgatar essa “velocidade”, o estilo Sonic. Particularmente, eu gostei do trailer, e pretendo conferir. Neste dia, haverá mais um post sobre o jogo.

Fiquem com o Trailer!

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